Fotos do ILO

Como prometi, hoje sai de câmera numa mão e o guarda chuva na outra e tirei algumas fotos para vocês poderem conhecer o campus. Se o tempo melhorar no final de semana vou fazer um tour pelo campus todo, até agora eu só conheço o caminho da sala de aula, de meu quarto e do restaurante, porque eu não vou ficar andando no frio e na chuva à toa, ok…

Vamos lá, em primeiro lugar, minha dolce amica, minha mala querida, embrulhada para viagem e sua companheira a “mochila de chumbo”…

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Depois eu com dois modelitos de inverno nos primeiro e segundo dia de aula, vejam se vocês conseguem perceber as diferenças, kkk, desculpem o foco mas tem de ser foto do espelho, oh pobreza!

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Agora os caminhos e as arvores que são um show  parte…

 

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Só não consegui ainda pegar o esquilinho no flagra…

Esse é o verdadeiro pinheiro de natal, alto, frondoso e verde com as pontinhas dos galhos já ensaiando a presença da neve, apesar de por enquanto só termos o nevoeiro.

 

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E para terminar, eu na sala de aula super comportada e no jardim embelezando a natureza…

 

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Beijos  e até amanhã

Marta

Ps.: O bom do frio é que ninguém sabe se você está gorda ou apenas encapotada, kkk… Eu adoro isso!

Primeiro dia em Turim

Ontem depois que jantei e entrei no quarto, só deu tempo de tomar banho e desmaiar na cama, e mais nada.

Hoje de manhã acordei umas 09:00h, abri  a janela e vi apenas o nevoeiro e o termômetro marcando 7ºC.

Pelo horário perdi o café da manhã, mas estava mesmo preocupada em fazer os equipamentos eletrônicos funcionarem. Apenas o tablet estava ok, com o chip de dados italiano, o note book não carregava a bateria, mesmo com todos os adaptadores que trouxe, o celular então nem se fala pois está desligado desde que entrei no avião em São Paulo, ainda vou resolver se compro um chip por aqui.

Peguei a senha da internet, mas quando fui acessar o gmail e o facebook, o Google entendeu que algum hacker italiano estava tentando entrar em minhas contas e bloqueou tudo, deu o que fazer para conseguir explicar ao FB que era eu, só consegui liberar a conta agora de tarde. No fim segurança é bom, se fosse mesmo um hacker eu estaria louca da vida agora.

Como perdi o café, resolvi ir ao shopping atrás de minha bota e de uma fonte nova para o notebook, almoçar por lá e voltar logo depois para curtir o frio aqui no meu quarto.

A viagem só de taxi, quer dizer tem ônibus, mas eu é que ia me arriscar a pegar ônibus errado? Nem ai em Salvador eu acerto qual linha passa aonde… O Taxi custou a bagatela de €9,90, com taxa extra porque hoje é domingo. Nem fica tão longe daqui do centro, mas pega umas avenidas largas e sem fim que valeu a pena pagar o preço.

Esse shopping fica num bairro, no meio de condomínios e um comércio local, pequeno mas o suficiente para ter a SATURN, a ZARA, BENETON (de graça, ai se eu tivesse em viagem de compras!) e outras coisinhas mais. Achei a fonte para o note e minha bota preta de cano alto e salto baixo, especial para pernas gordas, he he he… e que já está fazendo calo no meu tornozelo acostumado a usar sandália…Lá consegui falar com Otávio pelo Skype e fui almoçar.

Rodei o shopping atrás de uma pizza, afinal já era o segundo almoço na Itália. Pensa que eu achei? Acho que o povo só come pizza em Roma… Tem muito pão, cachorro quente tipo americano e uma torta que parece as empanadas baianas, mas com uma massa super grossa de pizza com recheio por cima, que tem cara de pizza, cheiro de pizza, gosto de pizza, mas não é pizza, peguei um pedaço, mas ainda fiquei com vontade, quem sabe agora no jantar eu dou sorte de abrir a temporada de massas.

Assim que voltei no começo da tarde dei uma saidinha no campus para conhecer os prédios perto do meu, mas estava sem a câmera, desculpem, e além do nevoeiro que já esta começando a descer novamente, fiquei olhando as árvores que estão mudando de cor, verde com as pontinhas brancas, vermelho e laranja, deve ser o fim do outono, não sei, aí em Salvador a gente não tem isso. Além de mim, apenas um esquilo correndo entre as árvores. Ah! O primeiro esquilo a gente nunca esquece…

O centro é formado por 19 prédios, dividido em pavilhões; eu estou no Pavilhão América,  minhas aulas serão no Pavilhão África, e assim por diante pelos cinco continentes.

Quando voltei tinha um “colega” observando o tempo e travamos uma conversa muito interessante:

– Olá,

– Hi,

– Where you from?

– Brasil, and you?

– Cambodja,

– Oh, OK…

– You speak English?

–  No, sorry, only Portuguese, bat I understand  (muita ousadia de minha parte, kkk)

– Oh, ok…

–  What time open to diner ? (olhando para o restaurante que fica perto de nosso prédio)

– Oh, seven (meio desesperado para me fazer entender, me mostrando no relógio com mímica)

–  Oh Ok, I go to my room, bye

–  Oh Ok bye…

A partir de agora deve existir um cambojano que pensa que conseguiu conversar com uma brasileira, que não fala xongas de inglês, mas é craque em mímica, kkk

Como sai sem a câmera fiquem agora com uma imagem de minha tela. Vejam bem, a previsão para quinta feira é de 5 a 0º e sexta  é de 5 a 1ºC, brrrrr

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Beijos mil

Notícias de Turim

Muito bem, vamos do começo:

Para quem ainda não sabe, estou numa viagem em busca de conhecimento.

Já que mudei de área de atuação lá no trabalho comecei a procurar e encontrei na internet, “santa internet”, um curso sobre Monitoramento e Avaliação de programas e projetos, M&A para os íntimos. Sem mais nem menos apareceu na minha frente, página, um curso da OIT – Organização Internacional do Trabalho da ONU, a ser realizado em novembro no CIF Centro de Formação Internacional em Turim, Itália. Meus olhinhos brilharam… Eu nem sabia que tinha um curso especifico, alias nem sabia direito o que estava procurando, ainda mais um curso internacional e ainda mais, bem ainda mais em português. Pensei: esse curso foi feito para mim… Eu tenho de ir… e aqui estou!

Pedi licença de duas semanas no trabalho, já que eles não se dispuseram a pagar pelo curso, convidei Otávio para antecipar uma parte das férias e pronto o caminho já estava aberto para essa nova aventura. Estarei em curso de 18 a 29/novembro e de férias com Otávio de 30/11 a 16/dezembro. Melhor que isso só se fosse no verão, porque o inverno aqui está só começando e já estamos a 7ºC ao meio dia…

Primeiro, toda euforia e preocupações para minha habilitação e inscrição no curso, é assim, tá pensando o quê? Não é por que você está pagando que vão te aceitando assim. E seu currículo, quais são suas intenções sobre o que fará e onde vai usar o conhecimento? Bom, passei na “entrevista”, agora só faltava o pagamento… €3.580,00 com hospedagem e alimentação, mais passagens, e depois as reservas de hotéis, mas ai já são férias… uh…uh

Enfim, vale a pena, talvez tenha sido o presente de aniversário mais caro que já ganhei ou ganharei na vida, mas conhecimento ninguém me tira, essa experiência eu já tive recentemente.

O roteiro:

Vários caminhos levam a Turim, acho que vi e tentei quase todos:

Salvador a Lisboa / Turim – Horas de espera no aeroporto de Lisboa para a conexão Turim, não tem trem direto, eu teria fazer várias baldeações;

Salvador a Paris / Turim – muita espera no aeroporto com conexões malucas passando pela Alemanha e Holanda, tem trem direto, mas é preciso ir do aero para a estação de trem e eu não estava a fim de atravessar Paris, oh meu Deus como eu sou chique, kkk

Salvador a Madri / Turim – para falar a verdade nem pensei muito nesse caminho,

Salvador a São Paulo / Roma / Turim – Como vamos estar de férias por duas semanas achamos melhor tirar as passagens por Roma, e marquei o trecho até Turim de trem porque queria ver a paisagem.

Isso resolvido, começamos a procurar por hotéis e esse é um dos pontos fortes da viagem de férias, onde ficar, como chegar lá, de carro ou de trem, pelo mapa dá para traçar um caminho tranquilo e bem racional, mas conforme íamos acompanhando o despencar da temperatura, o roteiro foi se modificando até a decisão de deixar para resolver alguns dias antes de Otávio sair de casa, porque eu vou monitorando o tempo por aqui.

Até o momento faremos o seguinte:

Turim 03 dias, Milão 2 dias, Verona 2 dias, Firenze 8 dias, com passeios a Pisa, Siena e Arezzo, Ancona e Jesi 1 dia, Roma “oi e ciao”.

Até lá tudo pode mudar.

A viagem:

Sai cedo de Salvador e na ida perdi uma hora do dia por causa do horário de verão, cheguei a São Paulo com uma diferença de temperatura de de uns 12ºC. Em casa devia estar uns 28º e em SP estava uns 15º, já para ir me aclimatando…Coloquei meu casaco e fiquei aguardando o check in to Roma…

A viagem foi ótima, avião confortável e tripulação simpática, foi a melhor escolha mesmo, provavelmente pela TAP o voo sairia atrasado e eu me lembro que fiquei quase entalada no assento da última vez que fomos a Portugal em julho.

Mais 4 horas de fuso horário e chegamos a Roma às 07:00h do dia seguinte. No avião para não variar contei umas duas excursões uma que devia ter um roteiro pela Europa e outra pela Terra Santa, o povo ria e se divertia pedindo vinho tinto aos comissários, e eu só na Coca-Cola, kkk

Frio, pense num frio, um pouquinho mais de frio, você está quase lá… Mais ou menos uns 3ºC, segundo meu termômetro do tablet que, aliás, era o único equipamento que funcionava.

Saquei meu passaporte italiano, ultrapassei as excursões, peguei a fila da comunidade europeia e fui, bon giorno para cá, bon giorno para lá, passei pela alfândega, peguei minha mala e sai em busca do maravilhoso free shopping… Mas cadê ele? Onde foram parar aquelas lojas divinas, e minha bota vou comprar aonde?

Não tem choro nem vela, free shopping é só para quem está saindo da Europa, o que é que você acha que europeu compra quando entra em casa? Nada, oras bolas!

Como minha estratégia de aproveitamento da manhã foi por água abaixo, ou melhor, frio adentro, resolvi tomar um café caprichado e ir para a estação de trem, quem sabe daria para fazer um passeiozinho antes do embarque. Subi e desci procurando por informação a respeito do trem e acabei resolvendo ir de ônibus, porque além de minha “pequena e leve” mala, estava com a mochila com o computador, tablet e mais um monte de coisas que achei melhor não despachar e a bicha estava pesada nas costas. Entrei no ônibus e relaxei…

A viagem levou 55 minutos, o motorista atravessou Roma toda até chegar em Termini, passou até pelo Coliseu, se eu não conhecesse teria pedido para ele parar para eu tirar fotos, alias tinha um casal japonês que quando a menina viu o Coliseu parece que não estava acreditando, pegou a máquina fotográfica e quase pulou pela janela e eu pensei, do jeito que estou encolhida aqui não tiro a mão para tirar foto nem que eu fosse atirada aos leões.

Uma hora para pegar as malas, uma hora para tomar café e outra batendo perna no aero vazio, uma hora de viagem por Roma e chegamos a Termini lá pelas 11 da manhã, e eu desesperada para ir ao banheiro. Não sei se é o frio ou o que, mas quase enlouqueço com aquele motorista dando voltas em Roma. Otávio tinha me mostrado a planta baixa da estação e eu me lembrava que o guarda malas era no subsolo, acontece que uma coisa é a planta no computador outra coisa é você arrastar sua mala, carregar uma mochila nas costas, ter de desviar de italianos e turistas malucos e apressados e ainda ter de procurar por um lugar que mudou porque a estação está em obras.

As placas de sinalização não ajudam porque tem uma no inicio do corredor apontando para o fim, e quando você chega no fim percebe que não tem saída, volta até o começo de novo para ver aquela placa, e volta para o fim procurando se perdeu alguma placa pelo caminho, ai descobre que perto do fim, onde você estava, tem uma placa apontado para a direita, você xinga a mãe de quem pôs a placa ali e vira para a direita, ai descobre que a descida é pela escada, bem, se tem escada deve ter elevador, ai vai procurar pelo elevador, e assim foi meu drama andando quase de pernas cruzadas porque a bexiga estava me dizendo “vou vazar, se prepare”… Achei finalmente o lugar que ficou escondido atrás de um tapume de reforma, deixei a mala e fui procurar pelo banheiro. Como é que se fala (escreve) banheiro em Italiano? Você sabe? Eu não sabia! Saio eu procurando por aquele lindo casal de hominho e mulherzinha azul, subo, desço e viro até que encontrei um lugar com uma cancela, com a bela placa de €1,00, note bem, um euro em moeda, não servia nota para dar troco… Eu não tinha moedas… Comecei a perguntar para quem passava se podiam trocar uma nota por moedas, o povo me olhava parecendo que eu estava pedindo esmola, uma faxineira me apontou para uma máquina que trocava as moedas, fui lá e constatei que a máquina estava quebrada, voltei a minha posição de pedinte até que um rapaz se compadeceu de mim e me trocou o dinheiro, entrei no banheiro como se fosse a porta do paraíso, acho que não preciso explicar mais porque vocês já entenderam…kkk

Nessa altura do campeonato já passava das 13:00h e minha ideia de passear pelas imediações também foi por água a baixo, e a minha bota? De novo vou ficar sem comprar… e resolvi prestar atenção à saída dos trens porque o meu iria para Torino às 15:00h. Até aquela hora o chip de dados que comprei no aeroporto ainda  não tinha sido ativado, estava sem linha no telefone, porque a Oi não funciona direito ai e eu nem habilitei a conta para usar por aqui. Resolvi almoçar e comer a primeira pizza da temporada, você achou alguma, nem eu. Tem tudo quanto é tipo de pão e lanche, mas pizza, nem redonda inteira nem em fatia, e acabei num McDonald, porque é só pedir pelo número e pronto.

Quando finalmente estava restabelecida, me lembrei que precisava pegar a mala, porque quando o trem chega não dá tempo nem de pensar quanto mais ir atrás de mala. Ok, você vai dizer que era só ir lá, pagar, pegar a mala e voltar para a plataforma, mas ir lá aonde, ou você acha que eu, naquele desespero de ir ao banheiro e com tantos sobe e desce, idas e vindas, me lembrava de onde eu tinha deixado a mala? Eu? Pense bem…

Relaxei, usei meus conhecimentos de meditação profunda, vasculhei no fundo de meu cérebro congelado e lembrei que o elevador ficava num canto, como a estação só tinha quatro cantos, ficava fácil de achar… Quantos cantos eu tive de procurar antes de achar o certo? Exato, passei pelos 4 cantos da estação até encontrar o lugar da mala. Fui, peguei a lindinha, que graças a Deus tem rodinhas 360º (se você não tem uma compre porque é uma das melhores aquisições que fará na vida) e voltei exatamente para o lugar onde estava antes. Quase, porque devo ter virado a esquerda em Albuquerque e acabei pegando uma saída que deu no final de uma plataforma e tive que votar correndo para o centro da estação, porque já eram quase 14:00h e eu sabia que a programação de trens não é coisa para fracos, tem de ter muito sangue frio para não perder a compostura e pegar o trem certo em Termini.

Termini tem 29 plataformas, as saídas e chegadas são mostradas num painel gigante como do aeroporto e diz o destino, todas as cidades por onde passa, o horário de saída e chegada e finalmente a plataforma. O povo fica parado de pescoço para trás acompanhando o painel porque, numa bobeira, num piscar de olhos seu trem pode entrar e sair do painel e você dançou meu amigo. Como tinha tempo, eu fiquei acompanhando o movimento das pessoas, sozinhas e em grupo, na correria para pegar o trem. O nome da cidade vai subindo no painel, que deve ter umas quinze linhas, e o número da plataforma só aparecem quando seu trem já está parado no lugar e faltam umas três linhas para acabar o painel, isso te dá apenas uns 10 minutos entre onde você está e a plataforma que você deve ir. Imagine se seu trem vai sair da 29? É coisa de doido! É uma correria de gente, de malas, só quem já se perdeu no carnaval da Bahia, sabe a agonia de encontrar alguém ou alguma coisa nessa hora… E eu quieta, rezando, pedindo a Deus que meu trem saísse de uma daquelas primeiras plataformas, porque eu já estava com vontade de ir ao banheiro de novo e não ia guardar minha mala lá embaixo coisa nenhuma!

Deus me ouviu e se compadeceu de mim e meu trem saiu no horário na plataforma 9, bem em frente onde eu estava. Entrei e me sentei no lugar marcado, com a pequena ressalva de que minha mala teve de ficar no lugar reservado e afastado, em frente a porta de saída, e você não tem controle se alguém passar e pega-la,  a não ser que coloque um alarme sonoro nela, o que no meu caso não ia resolver muito, não é mesmo?

A viagem começou e eu adorei a experiência relaxante que é sentar-se numa poltrona confortável, olhando a paisagem pela janela, ouvindo as pessoas conversando em italiano, inglês, e sei lá mais que língua, como se estivessem em suas salas, até que quando eu nem vi, cochilei. Estava tão cansada de já estar dois dias em viagem e mal dormida que nem deu muito para apreciar  a paisagem, além do que lá pelas 16:30h já estava anoitecendo e ai mesmo é que não vi nada na escuridão da noite, legal é que tinha lua cheia.

Cheguei na estação em Turim pontualmente às 19:00h, peguei meu táxi e vim para o Centro de Treinamento, fiz meu check in, consegui pegar o finzinho da janta e fui para meu quarto. Na chegada fui cumprimentada por vários estudantes  de Angola, da Índia, da França, do Sudão, você já apertou a mão de alguém do Sudão, não? Eu já, he he he… nem sei direito onde fica, mas essa é uma das coisas que tenho certeza que vou aprender aqui, a diversidade de experiências e como me comunicar com o mundo falando apenas o português, Oh my God… essa vai ficar para o próximo capítulo, porque agora eu vou jantar.

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Apenas duas fotos de meu quarto, porque sozinha e com frio não dá para ficar fazendo malabarismo para tirar foto de mim mesma em frente as placas. Amanhã cedo já tem aula e eu levo o tablet para tirar fotos,

Ciao bello,

Marta

PS: Não me pergunte porque, mas tem uma coluna imensa no meio do quarto!