2013 in review

The WordPress.com stats helper monkeys prepared a 2013 annual report for this blog.

Here’s an excerpt:

A New York City subway train holds 1,200 people. This blog was viewed about 5,400 times in 2013. If it were a NYC subway train, it would take about 5 trips to carry that many people.

Click here to see the complete report.

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O curso acabou agora é férias

O curso terminou hoje em grande estilo com o representante do ILO entregando nosso certificados. Agora é saber que tenho muita coisa para aprender ainda sobre M&A e que espero poder aplicar esses novos conhecimentos em projetos futuros – pessoais e profissionais.

Segue a foto oficial da turma, dia de sol, mas o frio… Affff…

foto

Perguntas: e as outras fotos?

As fotos estão distribuídas nas máquinas, celulares e tablets dos colegas de classe que se comprometeram a enviar via email uns aos outros. Eu para variar não tinha levado meu tablet para a sala e não dava tempo de voltar no quarto para pegar, então só me resta aguardar…

Quando eu tiver  eu coloco aqui.

O importante é que Otávio deve estar embarcando exatamente agora em São Paulo para Roma, depois para Turim no mesmo caminho que eu fiz, e chegará aqui amanhã a noite e aí começam as férias…

Como ele está trazendo minha Nikon, as fotos estarão garantidas…kkk… mas como serão fotos de férias, vão estar lá no outro blog… http://www.gainosemferias.wordpress.com…

OK?

Beijos mil a todos no Brasil…

Marta

 

Viva hoje fez sol

Hoje o dia amanheceu lindo, com o céu limpo e um sol aberto, o que não quer dizer que esquentou, mas foi ótimo porque passeei pelo Centro e pude conhecer todos os pavilhões, tirei foto de cada árvore que achei bonita e consegui até pegar o esquilo, kkk… Que falta fez a minha Nikon!

Esquilo 1

Esquilo 2De manhã fiz meu relatório, afinal de contas estou aqui para estudar e depois fui ao shopping por que não sou de ferro, não é mesmo…

A turma foi numa excursão para Milão, mas eu queria descansar da viagem de ontem porque aquela chuva acabou comigo, minhas baterias solares estavam completamente descarregadas, e além do mais vou conhecer a cidade com Otávio.

 

 

Tive um trabalho danado hoje cedo por que fui obrigada a limpar meu casaco preto. Vejam bem a papagaiada que eu fiz.

Meu casaco é de feltro preto, chinês é claro, que eu comprei numa viagem ao Uruguai uma vez que fomos visitar André lá no sul.

Na minha mala, junto com meus casaquinhos de acrílico acabei colocando uma blusa de lã angorá cinza clara, linda, maravilhosa, leve e quentinha e desde que cheguei aqui estava esperando uma ocasião para usá-la e aproveitei a viagem para ficar um pouco mais arrumadinha.

Saímos na sexta feira de manhã cedão, com tudo escuro, frio e chovendo e na viagem até a Brescia todos dormiram no ônibus, inclusive eu, mas como lá dentro estava quentinho tirei meu casaco e me cobri com ele, porque ele faz as vezes de cobertor direitinho. Quando o ônibus fez uma parada para um lanche no meio da estrada, acordamos e quando fui colocar o casaco quase tive um treco – o casaco estava cheio de pelo da blusa e parecia que eu tinha dormido abraçada com um gato! Lá se foi meu visual arrumadinho… Passei os dois dias tendo de usar a blusa e o casaco, e parecia que tinha separado uma briga entre dois de tanto pelo que tinha para todo lado.

Ainda bem que aqui perto tem uma big loja chinesa  e eu já havia ido com uma colega fazer umas comprinhas e comprei um daqueles bastões que tem papel adesivo próprio para limpar roupas. Gastei umas 10 folhas do rolo mas consegui limpar o casaco. A blusa eu enfiei num saco de sapato e coloquei no fundo da mala, quando voltar ao Brasil vou ver o que faço com ela. Pior é que tenho duas, fazer o que…

20131123_204744Casaco já limpo

O casaco é bom! Aguenta frio e chuva, bastou ficar uma noite no ar condicionado do quarto e já está novo em folha, estava com medo que além dos pelos de gato ele ficasse cheirando a cachorro molhado, mas dessa eu escapei… kkk

Dicas de guarda roupa para o inverno europeu

Eu, do alto de toda a minha experiência de uma semana neste frio que vai de mal a pior, resolvi fazer um catado de todas as coisas que já me falaram e que eu descobri a duras penas sobre o que usar ou não usar para sobreviver ao inverno europeu.

Em primeiro lugar – esqueça tudo o que você tem no armário porque o frio do Brasil nem se compara ao primeiro dia de inverno daqui, a não ser que você more no Rio Grande do Sul, mas ai também não tem graça. Dito isso o que colocar na mala?

  1. Pegue um casaco quente e pronto. É o suficiente para você conseguir chegar do aeroporto até o hotel, no dia seguinte você entra na primeira loja que ver pelo caminho, de preferência uma chinesa porque elas são um mapa da mina, tem de tudo, com preço barato e boa qualidade, diferente dai no Brasil. Descobri que até as coisas da China tem qualidade, mas que essas não vão para o Brasil. Numa loja dessas você faz sua mala. Você compra um casaco apropriado para o frio daqui, de preferência impermeável e forrado com penas de ganso. É feio prá chuchu, mas o importante é ficar quente e não bonita, afinal você é turista e tem de sobreviver às férias. Tem casacos para todos os gostos e bolsos, de todas as formas, cores, tecidos, tamanhos e por ai vai…
  2. Pegue um sapato fechado com sola de borracha. Um só é suficiente, aqui você vai comprar uma bota de cano alto, por um terço do preço daí (mesmo em euros!) A menos que sua viagem seja de compras (na Europa e no inverno, tá podendo heim, kkk) você vai querer estar confortável e quentinha para poder fazer os passeios com chuva, frio ou neve, e vai acontecer tudo isso tenha certeza. Se o tempo estiver muito chuvoso entre na Decathlon e compre uma galocha chique, muito diferente daquelas da Vulcabrás que sua mãe usava para lavar o quintal. Essa é super leve e elegante e se parece com os modelos de couro, fazem o maior sucesso por aqui.
  3. Pegue umas 6 camisetas de algodão de manga comprida, bem justinhas ao corpo ou se preferir umas blusinhas segunda pele, fazem toda a diferença do mundo entre ficar quente e passar frio, acredite, as Hering dão conta do recado.
  4. Pegue uns 4 casaquinhos de acrílico, daqueles que você usa no fim de tarde quando parece que vai ter um ventinho, vista por cima da camiseta e seja feliz, funciona porque você estará usando seu casacão por cima. Na rua põe o casaco, em qualquer lugar que entrar vai tirar o casaco porque o ar condicionado mantém o ambiente em 22º mais ou menos. É um põe e tira que chega dar raiva.
  5. Pegue um cachecol ou pachimina LEVE e COMPRIDA para poder enrolar no pescoço ou cobrir as orelhas. Não traga nada muito grosso ou pesado porque você vai ter de carregar esse bicho depois.  As mulheres usam lenços compridos de algodão enrolados no pescoço, com vários tipos de nós e cores. Como é que você vai dar um nó naquele monstro de crochê que você trouxe?
  6. Meias: um caso à parte. Meia tem de ser de lã. Se você tem traga, se não tem coloque duas de algodão nos pés e vá comprar por aqui quando chegar, além de barato existem por toda a parte.
  7. Leggings e meias calças. Essa parte é a maior enganação. Estou vestindo meia com leging por cima e ainda estou com frio! Trouxe meias fio 80 e 150, trouxe leggings de malha grossa e nada está resolvendo, melhor se achar meia calça de lã e também colocar o legging por cima. Boa sorte nesse ponto.
  8. Luvas são ótimas, mas como você vai fazer para tirar as fotos? Comprei um par mas estou usando o bolso do casaco porque é mais prático.
  9. Gorro e protetor de orelhas, eu trouxe por que se a coisa apertar eu uso e que se dane, mas podia ter deixado para comprar aqui também.
  10. Necesserie, coloque o menos possível, apenas o imprescindível para sobreviver aos dois primeiros dias. Shampoo, cremes, maquiagem, sabonete, pasta de dente? Compre aqui, além de não carregar peso, você terá as maiores marcas do mundo à sua disposição na farmácia ou no supermercado da esquina. Traga remédios, porque se ficar doente ou apenas resfriada, você terá onde se socorrer rapidamente, cada um sabe onde dói não é mesmo?
  11. Esqueci alguma coisa? Quando lembrar eu digo…

Marta

Brescia, Verona e Garda

Frio e chuva, casamento da viúva.

Se podemos trabalhar na chuva, por que não passear? Eis a questão…

Faz parte de nosso curso uma visita técnica para conhecer um projeto de grande porte,  e o local escolhido foi um hospital público na Brescia. Ótimo, por que eu sempre quis conhecer a Brescia mesmo, kkk…

Saímos na sexta feira às 06:00h da manhã, com uns 3ºC mais ou menos, na verdade devia ser menos. Fomos de ônibus numa viagem de umas 4 horas, com chuva por todo o caminho.

Já disse que nevou na quinta feira? Anote ai… Começou a nevar em Turim.

Chegamos a Brescia por volta das 10:00h com frio e vento, mas sem chuva, e por todo o caminho pudemos ver a cadeia de montanhas dos Alpes, com os picos já com bastante neve e o sopé ainda verde.

O Hospital que visitamos é o maior da Itália e é referência mundial em algumas especialidades. Como é uma construção de década de 40/50 do século passado, precisa de ampliação e por tanto de um projeto de grande porte, que eu não vou detalhar aqui porque terei de fazer um relatório depois. Almoçamos por lá e seguimos para Verona onde iríamos dormir e passar a manhã.

Chegamos a Verona às 14:00h horas, deixamos as coisas no hotel e fomos bater perna. Nossa guia era uma brasileira de Osasco/SP e eu colei nela para me ajudar a comprar um chip para o celular, por que isso é um processo, italianísticamente falando.

Verona é uma cidade de médio porte, elegante e acolhedora, mas que conserva seu centro histórico da época dos romanos, antes de Cristo, diga-se de passagem, e também muita história da idade média. Camminato, camminato e camminato … mas quanto andamos! Nosso hotel era logo na entrada da cidade e atravessamos parques, pontes, ruas e ruelas até chegar ao centro histórico. Quanto mais entravamos na cidade, mais parecida com Veneza ela me parecia.

Não preciso falar que estava fazendo frio, chovendo e com vento frio, porque isso já está ficando chato, então vou dizer apenas que só deixei os meus olhos de fora para poder seguir a guia. Enquanto os colegas congelavam as mãos para tirar fotos eu mantinha minhas mãos quentinhas no bolso do casaco, por que vou voltar a Verona com Otávio e até lá vou ter uma estratégia para não congelar os dedos.

Verona é o seguinte: sabe artesanato? Esqueça.  Aqui a coisa é de Georgio Armani para cima…Perdi a conta de quantas griffes estão pelas ruas, umas ao lado das outras, chega a doer no bolso, mesmo que você nem pense em entrar e perguntar o preço das coisas, alias que coisa mais cafona “perguntar o preço”, melhor apenas olhar pela vitrine, afinal o que é bonito é para ser visto não é mesmo, kkk.

Como já estamos pertíssimo do Natal, a cidade montou uma espécie de feira de Natal em uma de suas praças com comidas e enfeites de vários países, eu que nem gosto de armar árvore de Natal fiquei com vontade de levar alguns enfeites, mas sinceramente não vou ter espaço na mala para isso. Depois eu tiro foto e pronto.

Vera pizza

Vera pizza

 

Decidimos jantar e voltar para o hotel. Finalmente comi minha primeira pizza “veramente italiana”, maravilhosa, de presunto parma  e queijo brie, por que chiqueza pouca e bobagem…kkk

Aqui é assim pizza individual e ninguém tasca de mezzo-a-mezzo.

 

Na volta para o hotel uma paradinha para um chocolate quente, que mais parecia um creme de chocolate derretido, delicioso, quentíssimo, que era para comer de colher, o que foi a única coisa que manteve meu sangue quente até chegarmos ao hotel.

 

 

No sábado de manhã saímos depois do café e fomos para o lago de Garda, que é um lugar lindo onde os italianos vão passar o verão – VERÃO. Hoje estava fazendo um frio gélido, uma ventania alpina, uma chuva congelante, bem vocês já entenderam. Um lugar lindo mas que não deu para aproveitar. Demos uma volta em toda a península ou ilha, sei lá qual a forma da vila,voltamos e entramos correndo no ônibus para retornar a Turim.

Casa em Garda

Casa em Garda

Fortaleza Garda

Fortaleza em Garda

 

 

 

 

 

 

 

Agora aqui no aconchego do meu quarto eu vou tratar de dormir, porque amanhã é domingo e vou acordar quando Deus quiser.

Beijos quentinhos amigos,

Marta

Fotos do ILO

Como prometi, hoje sai de câmera numa mão e o guarda chuva na outra e tirei algumas fotos para vocês poderem conhecer o campus. Se o tempo melhorar no final de semana vou fazer um tour pelo campus todo, até agora eu só conheço o caminho da sala de aula, de meu quarto e do restaurante, porque eu não vou ficar andando no frio e na chuva à toa, ok…

Vamos lá, em primeiro lugar, minha dolce amica, minha mala querida, embrulhada para viagem e sua companheira a “mochila de chumbo”…

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Depois eu com dois modelitos de inverno nos primeiro e segundo dia de aula, vejam se vocês conseguem perceber as diferenças, kkk, desculpem o foco mas tem de ser foto do espelho, oh pobreza!

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Agora os caminhos e as arvores que são um show  parte…

 

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Só não consegui ainda pegar o esquilinho no flagra…

Esse é o verdadeiro pinheiro de natal, alto, frondoso e verde com as pontinhas dos galhos já ensaiando a presença da neve, apesar de por enquanto só termos o nevoeiro.

 

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E para terminar, eu na sala de aula super comportada e no jardim embelezando a natureza…

 

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Beijos  e até amanhã

Marta

Ps.: O bom do frio é que ninguém sabe se você está gorda ou apenas encapotada, kkk… Eu adoro isso!

Experiências linguísticas

Prá começo de conversa eu confesso: eu não falo inglês.

Até ai, nenhum problema porque nunca senti falta disso, leio, compreendo os textos e consigo me virar muito bem, acontece que o problema está na conversação, porque para eu entender o que uma pessoa fala, mesmo com os aparelhos auditivos, eu preciso fazer leitura labial nível 10.

Nunca tinha me tocado que isso faz parte do meu processo de comunicação. Mesmo sem a outra pessoa saber eu estou decifrando o que ela fala através da leitura de seus lábios, nem eu mesma sabia disso até pouco tempo atrás. Acontece que, como é que eu vou decifrar o que o inglês está falando se ele esta abrindo e fechando  a boca com movimentos que eu não conheço? Sacou a diferença? Então, toda a facilidade de aprendizagem linguística que eu tinha na adolescência, quando fui aprender francês, e não aproveitei para aprender o inglês, o espanhol e o italiano, está me fazendo falta agora, por que ler é uma coisa mental, falar é uma coisa auditiva, e ai a coisa fica difícil…

Uma das grandes atividades aqui no ITC é a oportunidade de encontrar pessoas do mundo todo e travar um dialogo rápido e cotidiano tipo assim:

–        Bom dia, hoje está mais frio que ontem, você não acha? Será que vai chover o dia todo de novo? Meu nome é Marta e o seu? Eu sou do Brasil, de onde você é?

Mais fácil que isso só se for “The book is on the table”, acontece que escrever, ler e falar é uma coisa, entender a resposta que um cambojano, senegalês, sudanês, indiano ou africâner esta falando, com seu sotaque inglês, é uma coisa surreal para quem como eu precisa ler os lábios da pessoa.

Bom dificuldade a parte, eu sou brasileira, Deus está comigo e ninguém me segura, kkk, o que falta no entendimento vai na mímica, esqueci como se fala uma palavra, mímica, e conto com a boa vontade da maioria das pessoas que estão por aqui, que também tem lá suas dificuldades com o inglês como segunda língua e são simpáticas e também tentam se comunicar, exceto claro, aqueles que tem o inglês como primeira língua, o povo chato.

–        You don’t speak english? Oh sorry, I’m only speaking english…

–        Ora vá se danar seu esnobe! Eu não preciso de você para achar o caminho do banheiro, kkk

No mais a diversidade de línguas me encanta, fico na mesa do jantar observando as conversas entre os povos. Ontem me sentei por engano na mesa de um grupo que pensei que era da minha classe, mas não estava entendendo nada do que eles estavam falando, até que apurei os aparelhos auditivos e percebi que era francês, aquelas aulas ainda estão em minha memória de acesso remoto, tasquei o meu:

– Do you speak French?

-Yes,
–  Oh! I don’t speak English. I speak Portuguese, “a little” Spanish and Italian,

Oh! I’am sorry…

KKK, fiquei na mesa tentando me lembrar das palavras em francês, mas o sotaque era tão misturado que acabei me tocando que eles deviam ser senegaleses, porque era o francês mais diferente e difícil que eu já ouvira na minha vida.

E assim estou indo e me divertindo, olho para a pessoa, tento adivinhar de que país ela é, fico perto para ouvi-la falar e quando escapa alguma coisa que não seja inglês eu arrisco esse é alemão, esse é francês, difícil é quando é asiático, qual a diferença entre japonês, chinês e cambojano? É a mesma coisa quando todos tomam os negros por africanos e os morenos por latinos, assim dá para deduzi que todos os brancos são europeus… Parece racismo de minha parte, mas não é, é apenas um reducionismo continental para tentar separar e classificar as línguas para meu cérebro ir se acostumando, porque sem falar outra língua eu estou me virando, imagine na próxima viagem quando eu estiver com o inglês macarrônico na ponta da língua?

Agora eu vou tomar meu café e sair na chuva porque minha aula começa daqui a pouco.

bye, bye

Marta

Primeiro dia de aula – ITC – ILO – Turim

Foi ótimo!

Voltei ao banco da escola em grande estilo. Estava precisando de uma coisa dessas para me animar de novo e começar a projetar para o futuro.

Todos os países de língua portuguesa estavam representados na sala, com o pessoal da área pública dos ministérios da saúde, transporte, telecomunicações, infraestrutura, ong´s com atividades referentes a inserção de jovens no mercado de trabalho, enfim um povo ligado no desenvolvimento.

Eu já esperava que a grande maioria dos participantes fosse africana, e isso se confirmou com gestores de Moçambique, Angola, Guiné-Bissau, Cabo Verde, faltaram duas pessoas do Timor-Leste, deve ter acontecido alguma coisa porque ninguém faz inscrição e paga um curso desses e não aparece no primeiro dia… Do Brasil somente eu, o que também já era de se esperar. O professor é português e no inicio foi um pouco difícil para eu distinguir e entender tantos sotaques e palavras estranhas dentro do meu próprio idioma, mas na hora do almoço já estávamos enturmados.

Surpresa foi o tratamento que o professor deu as experiências conhecidas na área de planejamento de programas e projetos, questões de programas orçamentários e monitoramento e avaliação de projetos destacando aos resultados do Brasil (!), me senti meio que na obrigação de estudar a área financeira para não passar vergonha.

Por aqui está chovendo e fazendo frio, e não parece que a coisa vai melhorar até o final de semana, ao contrário a temperatura vai descer cada vez mais…

Agora vou criar coragem tomar banho (brrr) e sair na chuva (brrr) para poder jantar.

Ainda sem fotos porque o tablet descarregou e passou o dia ligado na tomada, além do mais tirar foto de chuva e nevoeiro para que?

Aguardem que as fotos chegarão,

beijos,

Marta