Triunfo de la Esperanza

Peguei do face de Ivana. Onde é que ela lembra e acha essas coisas?

Na adolescência entre os 14 e 20 anos por ai, o “Raíces de América” era o meu grupo musical favorito, não haviam bandas na época, eram conjuntos musicais.

Sempre fui meio fora de compasso, enquanto a maioria gostava de rock eu gostava de música latino americana e MPB, samba e sertanejo de raiz… Acho que eu estava a frente do tempo, depois, muito depois, é que fui me ligar no rock clássico, voltando as origens nos anos 50 e 60, enfim, a roda do tempo roda e eu vou no meu ritmo…

Deu saudades de ouvir musicas de qualidade poética e melódica, ritmos, sentimentos e lembranças de vida…

Mercedes Sosa… Violeta Parra… às vezes Volver A Los 17 é tudo o que eu precisava!

O Raíces de América interpretando a canção: “Triunfo de la Esperanza” de Oswaldo Avena e Facundo Cabral.

 
“…No hay hijos ni cosecha con la tristeza
Que digo con la tristeza!

Que no hay mejor futuro que un buen presente
Que digo que un buen presente!

El hombre solo es dueño de lo que goza
Que digo de lo que goza!

No hay fuerza que detenga a la esperanza
Que digo a la esperanza, con ella nadie me alcanza!

No hay peste más dañina que la ignorancia
Que digo que la ignorancia!

No hay hembra más inútil que la nostalgia
Que digo que la nostalgia!

La libertad es la madre de las bellezas
Que digo de las bellezas!

No hay fuerza que detenga a la esperanza
Que digo a la esperanza, con ella nadie me alcanza!”

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