Festival 67

Aqui não é twitter mas estou em casa me deliciando com um programa no Canal Brasil que está apresentando a história dos festivais, esta noite, de 1967.

Chico Buarque com Maria, Carnaval e Cinzas, Caetano com Alegria, Alegria, Gil com Domingo no Parque e os Mutantes, Edu Lobo e Capinam com Ponteio (Marilia Medalha fantástica!)  – Quem me dera agora eu tivesse a viola para cantar…

Críticas e autocríticas; festivais em plena ditadura!

Eu era criança mas me lembro das músicas e de acompanhar esses músicos por toda minha vida e ainda hoje os amo de paixão, porque minha juventude foi construída sobre a Roda Viva, com o vocal do MPB4 … O tempo rodou num instante, nas voltas do meu coração… Ah! Com certeza foi o mundo então que cresceu…

A banda passa e a moça fica na janela, enquanto o amor se desfaz na roda gigante, porque quem sabe faz hora e não espera acontecer!

Não importa a classificação, todos os artistas com todas as músicas representavam a vida pulsando dentro do peito do jovem e das famílias que se traduziam dentro de cada uma, em cada momento, de cada canção vitoriosa.

MPB, rock, contestação, jovem guarda, ieieie, tropicália…. Quem somos nós enfim?

Quem sou eu senão a tradução do que sorvi durante a década de 70?

Histórias velhas? Não!

Histórias de jovens de 20 anos que fizeram história.

E o que temos hoje?

 

 

 

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