Um baiano nos pampas

André Henrique foi aprovado no curso de geofísica na UNIPAMPA, a universidade federal do RS.

Isso por si foi um rebuliço em casa, tanto pela alegria, quanto pela preocupação com a estadia dele tão longe de casa, mas enfim, concluímos que essa era uma oportunidade que devia ser aproveitada e estamos encarando com certa tranqüilidade e confiança que tudo vai dar certo: o curso e a vida.

Adivinha onde estou neste exato momento? 08/02/2011, 23:10h hr local? Nos pampas gaúchos…

Aproveitamos que era necessário vir fazer a matricula e vim junto para agilizar e me certificar de que conseguiria um local adequado para moradia.

Saímos SSA às 08:30h, almoçamos em Viracopos, decolamos para Porto Alegre no começo da tarde, ficamos horas esperando na rodoviária aguardando o horário do ônibus para o campus na cidade de Caçapava do Sul, 260Km de distância da capital gaúcha. Chegamos no hotel às 23:30h. Viajamos o dia inteiro!

O dia amanheceu encoberto por uma neblina que só se dissipou lá pelas 10:00h da manhã com chuva intermitente e fria. Pelo jeito isso é comum por aqui. Fomos à faculdade, resolvemos  a matricula e encontramos outros meninos na mesma situação a procura de casa.

Como alguns pais também vieram com o mesmo pensamento que eu, nos pusemos a procurar com a intenção de deixar a situação dos garotos já resolvida antes de voltarmos para casa.

Conseguimos um apto legal para acomodar a todos e parece que eles conseguiram estabelecer um vinculo entre si, em função dos cursos e das expectativas e ansiedade de todos.

Amanhã planejamos conhecer um pouco mais a cidade e voltamos na quinta feira para casa.

Muitos sentimentos que precisam se acomodar no peito…

Marta

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2 comentários em “Um baiano nos pampas

  1. Ficamos muito felizes com a conquista do André. Quando bater a saudade, lembre-se da alegria deste momento. Ele ansiava por isto. Confie, tudo passa. Sempre que possível vcs farão um revesamento para ir até lá.
    Parabéns!
    Bjs

  2. Tenho certeza que dará tudo certo!
    Mas vai fazer muita falta a presença dele em almoços, jantares e encontros familiares onde nossos olhares se encontravam e assim, sem que fosse necessário a troca de nenhuma palavra, nos entendíamos no meio da “louca” família Silva.

    Beijos!

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