Quase poesia

O que já tenho de mim que terei daqui 10 ou 20 anos?

Qual o futuro que me espera?

Qual o futuro que vou construir?

Quem é ou será o meu guia?

Arrancando de dentro de mim e jogando para fora aquilo que me impede de ver e seguir pelo caminho que devo traçar para ir adiante.

Onde estão a música,  a poesia e a sensibilidade artística?

Onde está aquela pessoa sensível que existe dentro de mim e que se escode quando está machucada?

Como acalmar o externo que me invade e toma conta fazendo com que eu aja prontamente, resolvendo sem pensar ou sentir tudo o que me aparece pela frente.

Não quero apenas ter razão. Quero sim é que entendam minhas razões porque elas são justas e verdadeiras, não apenas invenções de meu coração.

Não é preciso falar em sacríficios para justificar o passado. O futuro não é feito de sofrimento, mas sim de sonhos.

O presente é realizado com coragem e esperança de alcançar esses sonhos.

Marta

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