Experiências

Eu já disse que quando eu era criança queria ser cientista? Especificamente paleontóloga… Não me perguntem porque, mas eu achava o máximo saber os nomes dos dinossauros e suas espécies – coisa de criança esperta.

Depois pensava que seria uma grande bailarina, clássica é claro! Vivia sonhado com meu tutu cor de rosa e sapatilhas… Descobri há um bom tempo que isso simplesmente não combina comigo.

Houve uma vez que quis enveredar pelo caminho do atletismo e comecei a me dedicar a corrida de velocidade, até que levava jeito nos 100 metros rasos como velocista, afinal eu pesava 45kg, mas infelizmente não consegui apoio nenhum, e não é nem de patrocinador que estou falando, mas  apoio puro e simples como incentivo para continuar, ou melhor, para entrar nessa vida.

Dai passei um bom tempo pulando de idéia em idéia, até que resolvi fazer biologia, não sem antes ficar em dúvida entre psicologia, pedagogia e arquitetura, apesar de que o que eu queria mesmo era ser farmacêutica. Não aguentei mais que um ano na faculdade. Depois que entrei é que fiquei sabendo que os dois primeiros anos eram básicos para matemática, química e física. Não deu, foi demais para mim, fui… embora dali o mais rápido que pude.

Parei de procurar; cresci, casei, mudei, virei mulher, esposa, mãe e voltei a trabalhar e isso causou uma revolução em mim. Voltei a estudar, e isso deu uma segunda volta por dentro e sobre mim. Dessa vez escolhi pensar no outro e fiz Serviço Social,  pensava que tinha encontrado meu caminho. Não durou muito! Amei a Antropologia e a Sociologia e resolvi usar meus conhecimentos científicos no trabalho, ajudando as pessoas, mas quem disse que consegui manter a neutralidade axiológica necessária para ser isenta de opiniões, eu? Justo eu?

Uma coisa me levou a outra e entrei pela área de RH. Descobri a Administração, T&D e os 3P´s – Pessoas, Processos e  Projetos, minha mais nova paixão.

Tudo regado à poesia, canto, dança, pintura, fotografia, tricô e crochê!

Bom tudo isso seria uma grande salada russa, não fosse eu ter descoberto que a razão dessa miscelânea de Martas que existem em mim tem uma razão de ser – Jung!

Eu sou uma ENFP confessa! Irredútivel, o quanto essa personalidade permite que eu seja. E sabe de uma coisa? Finalmente comecei a me entender. O problema não sou eu. Não… o problema são os outros 15 tipos de personalidades que ficam querendo que eu seja como eles.

Ah, me poupem! Tenho muito que desejar, sonhar, experimentar e decidir ainda em minha vida, e vamos que a fila anda.

Para quem quiser saber mais, pesquise em tipos psicológicos de Jung – MBTI.

http://sites.mpc.com.br/negreiros

Marta

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2 comentários em “Experiências

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