Caminho do meio

Em meu convite de formatura escrevi um pensamento que resumia o curso que acabara de fazer – “não sei todas as respostas, mas aprendi a fazer muitas perguntas”. Desde então tenho me pautado por essa idéia de aprender e encontrar minhas respostas a partir da investigação do mundo que me cerca e no qual estou inteiramente envolvida.

Em consonância com esta atitude decorre a constatação de que eu não faço a menor idéia do que quero na vida, ao contrário, eu sei o que não quero. Eu não quero e não consigo viver submissa, subordinada ou subjugada à vontade e mercê de outro, não suportarei uma cangalha a me guiar com rédea curta por caminhos que não tenham sido traçados por mim mesma.

Isso não quer dizer que é necessário revolta ou subversão para que minha vontade seja feita. Não!

É o caminho do meio que eu quero.

Busco a descoberta. Procuro por acomodar meus desejos e sentimentos de modo que possa viver e conviver com aqueles que eu amo, com aqueles que sei gostam de mim assim mesmo como eu sou. Com aqueles a quem não quero e não posso magoar, porque meu coração bate na mesma freqüência que o deles.

Esse é um bom pensamento para começar o dia.
Marta

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