Engaiolados

Às vezes somos nós mesmos
Quem prende nosso canto,
Em gaiolas de ouro,
Para que ele não escape de nossa garganta
E diga ao mundo o quanto estamos felizes.

Às vezes o medo da entrega é tão grande
Que nos mantemos aprisionados,
Em gaiolas de prata,
Na esperança de que nada nos atinja
E venha modificar o que
Estabelecemos para nossa vida.

Às vezes nos escondemos
Dentro de nós mesmos,
Em gaiolas de ferro,
Que nos separam do que o destino nos trás,
Deixando de viver as aventuras
Que abririam a portinhola frágil
De nossa felicidade.

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