De prontidão

Quem sou eu
Que ando perdida,
Sem rumo e sem vida
Vivendo de sobras
Das esperanças dos outros
Que me incluem em seus sonhos
Por gostarem de mim.

Quem sou eu
Que luta por vencer
Sem conhecer o inimigo que existe ao redor.
Que entra pelos poros e ganha espaço,
Dia a dia sem perceber
Quando acaba a dor
E começa o prazer.

De prontidão!
Para me defender do que me invade
E me derrota, me consola, me acode.
Reduzindo-me a sonhos e fantasias
Que deixo acontecer
Como se de mim não fizessem parte
Aplaudindo ao final.

Calma, quieta,
Como se fosse normal,
Ser regida de fora para dentro
Por você, pelos outros
Que encontro no caminho
Sem interferir em meu destino.
Morrer em paz

E pronto!

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