Encruzilhadas

De novo me vejo nessa encruzilhada
Sempre volto ao mesmo ponto de minha vida
Há algo que simplesmente não sei resolver
Por que não sei o que é.

O que me trás a esse nó que nunca desato
Mudam as pessoas, as situações
Passam-se os anos e tudo se repete
Volta a acontecer com o mesmo enredo
Em outros cenários.

Como exigir atitudes e posições
Se eu mesma não as tomo
Esperando que o futuro aconteça
Sem participar do presente.

Tudo se resume a covardia da espera
O medo de enfrentar as possibilidades que surgem
A vida que pode renascer a cada dia
Diferente, nova, com força e entusiasmo.
Mas que nos exige energia para vivê-la

Em toda a sua intensidade, beleza e desafios.
A cada instante confrontando
Nossas certezas, confortos e desculpas.
Em não querer botar o nariz
Para fora da porta e respirar.

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