Doce Prisão

Que poder tem o sabor de tua boca
Que ainda agora de manhã
Resiste na minha
Lembrando-me quadro a quadro
Por onde ela passou
Passeando à noite pelo meu corpo.

Que calor tem tuas mãos
Que mesmo agora, no frio da tarde
Me aquece por inteiro
Ao lembrar-me do abraço
Que irradia de você
Por toda minha pele.

Que força tem teu olhar
Que raptou meu coração prendendo-o ao teu
Que bate em outro compasso
Obrigando-me a viver em teu ritmo
Descompassando minha vida
Presa aqui nesse corpo que não é mais meu.

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