Já cantei no Bar Vesúvio

Quem leu “Gabriela, Cravo e Canela” conhece o bar Vesúvio ou melhor o bar do Nacib.
Um dia, depois de muito trabalho em Ilhéus, um colega nos levou para jantar. Aonde? No Bar Vesúvio!!! O próprio. Todo restaurado como na época em que lá foi cenário para Jorge Amado escrever Gabriela. Ótima cozinha, música ao vivo, mesmo que naquele dia não tivesse nenhum navio aportado e portanto poucos turistas para visitá-lo. Mas eu estava lá e era suficiente… rsrs… imagina se eu ia deixar passar um microfone desapercebido.

Comentei com meu colega que seria o máximo cantar no Vesúvio, ele mandou um bilhete para o cantor que se arriscou e me convidou para fazer-lhe companhia. Fui sem pestanejar. Carminha é minha testemunha, aliás lembrei desse episódio por causa dela.

Além das poesias, acho que dá para começar a escrever um livro de memórias, pelo menos das coisas que já me aconteceram no trabalho, com um pouquinho de imaginação vira um romance. Mas não pense não, este caso é verdadeiro… Na mesma viagem teve o dia em que fomos a outro bar/restaurante que tinha um salão para dança com karaokê que era comandado por um gay, que se encantou com minha voz e cantou junto comigo um samba de Jorge Aragão:

… Não entendi o enredo desse samba amor …
Já desfilei na passarela do teu coração….

Outro dia eu conto a história da “parteira de plantão no posto”….emocionante!

Abraços,

Marta

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